4 de setembro de 2008

Tenho...

... de fugir dele.

Do que (me) provoca.
Do que me prejudica.

Para ele, sou apenas comodidade, artigo de necessidade.
Mas sigo-o porque sou, do mesmo fruto, as duas metades.

Por isso, tenho de fugir.
(talvez não dele mas de mim)

Não porque não queira acompanhá-lo.
Mas porque tenho medo de não querer mais deixá-lo.