... era sobre optimismo.
E todas as pessoas que para lá ligavam afirmavam-se "pessoas muito optimistas!!!"... com vários pontos de exclamação.
Passado algum tempo, parecia-me que o seu optimismo não era mais do que o entusiasmo de um "é preciso pensar positivo!!" e o aparente descaso de um "deixa andar..." ou de um "depois logo se vê...".
Há tempos tinha ouvido a expressão "optimismo responsável".
E, se bem que o contexto em que foi dita não era o mais promissor, soou-me bem mais... responsável.
Ter noção dos 'males' que nos rodeiam e apercebermo-nos de 'ameaças' latentes não é falta de optimismo.
A meu ver é apenas... responsabilidade.
14 de janeiro de 2009
13 de janeiro de 2009
Interessante...
"O ano de 2009 é de preparação para uma nova vida e até para um novo ciclo de sorte, uma vez que termina o ciclo anterior de 11 anos.
O que irá acabar na sua vida que teve início há 10 anos atrás?"
O que irá acabar na sua vida que teve início há 10 anos atrás?"
Boa pergunta...
12 de janeiro de 2009
Não é que não queira...
... escrever.
Mas é que todos os inícios me parecem azedos, requeimados, repetidos e velhos.
E, por isso, escrevo um parágrafo e paro!
Que tenho eu para (vos) dizer, afinal?
Que os dias correm sem que os consiga agarrar?
Que o tempo foge sem que o consiga parar?
Que a vida passa sem que a consiga chamar?
E que me afasto?
Que passo, que corro, que fujo?
Dos dias, do tempo... e da vida?
Que tenho eu para (vos) dizer, afinal?
E que interessa isto a quem vive?
Mas é que todos os inícios me parecem azedos, requeimados, repetidos e velhos.
E, por isso, escrevo um parágrafo e paro!
Que tenho eu para (vos) dizer, afinal?
Que os dias correm sem que os consiga agarrar?
Que o tempo foge sem que o consiga parar?
Que a vida passa sem que a consiga chamar?
E que me afasto?
Que passo, que corro, que fujo?
Dos dias, do tempo... e da vida?
Que tenho eu para (vos) dizer, afinal?
E que interessa isto a quem vive?

5 de janeiro de 2009
29 de dezembro de 2008
Li algures que...
... se olharmos para um ano...
... e não encontrarmos nenhum motivo para derramar uma lágrima...
... seja de tristeza ou alegria...
... é porque terá sido um ano vão.
Assim sendo...
Que 2008 vos tenha feito chorar.
E que 2009 vos traga lágrimas... de preferência de Felicidade!
10 de dezembro de 2008
Perdoa...

... se não te arranco o que não me queres contar.
Desculpa se não te invado quando me ignoras ou afastas.
Perdoa o respeito com que te brindo.
E o ciúme daqueles a quem te consegues dar.
Mas se não falares, calar-me-ei.
Se não partilhares, fechar-me-ei.
E se me virares costas, partirei.
5 de dezembro de 2008
O negrume...
... nunca me deixa por muito tempo.
E deixo o cinzento do tempo entranhar-se-me aos poucos na pele.
A solidão faz-se sentir como nunca.
São as viagens que não quero fazer sozinha.
E as compras que sonho fazer a dois.
É o riso que anseio partilhar.
E o peso que procuro dividir.
É continuar a querer o errado.
E a dúvida imortal se, um dia, mandei embora o certo.
É o medo, o eterno medo, de estar só... de ficar só.
E o medo maior de, com o tempo, o medo me dominar.
Envelheço, envelheço, envelheço...
Ai a inveja, meu Deus, a inveja!
De ser bela, de ser pura... de ser fraca.
E deixo o cinzento do tempo entranhar-se-me aos poucos na pele.
A solidão faz-se sentir como nunca.
São as viagens que não quero fazer sozinha.
E as compras que sonho fazer a dois.
É o riso que anseio partilhar.
E o peso que procuro dividir.
É continuar a querer o errado.
E a dúvida imortal se, um dia, mandei embora o certo.
É o medo, o eterno medo, de estar só... de ficar só.
E o medo maior de, com o tempo, o medo me dominar.
Envelheço, envelheço, envelheço...
Ai a inveja, meu Deus, a inveja!
De ser bela, de ser pura... de ser fraca.
28 de novembro de 2008
27 de novembro de 2008
No fundo, sabes...
... que não me vais voltar a ver.
Acredito que prefiras lembrar apenas o que foi... um dia.
No fundo, sabes...
... que nunca mais vai ser surpresa.
... que nunca vai voltar a ser igual.
'Amor' à hora marcada?
Com cenário preparado?
No fundo, sabes...
... que a beleza surgiu dos teus braços medindo a minha cintura...
... apenas porque era a primeira vez.
No fundo, sabes....
... que desenhaste a tua música em mim...
... apenas porque ainda estavas a aprender-me.
E, por isso, no fundo, sabes...
... que nunca mais será surpresa.
... nunca mais será igual.
E, por isso, no fundo, sabes...
... que nunca mais será.
Acredito que prefiras lembrar apenas o que foi... um dia.
No fundo, sabes...
... que nunca mais vai ser surpresa.
... que nunca vai voltar a ser igual.
'Amor' à hora marcada?
Com cenário preparado?
No fundo, sabes...
... que a beleza surgiu dos teus braços medindo a minha cintura...
... apenas porque era a primeira vez.
No fundo, sabes....
... que desenhaste a tua música em mim...
... apenas porque ainda estavas a aprender-me.
E, por isso, no fundo, sabes...
... que nunca mais será surpresa.
... nunca mais será igual.
E, por isso, no fundo, sabes...
... que nunca mais será.
24 de novembro de 2008
Não sei...

... o que provocará maior silêncio entre duas mulheres.
Se o facto de uma delas estar deslumbrante.
Se a falta de coragem em dizer-lhe como está pavorosa.
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