28 de novembro de 2008
27 de novembro de 2008
No fundo, sabes...
... que não me vais voltar a ver.
Acredito que prefiras lembrar apenas o que foi... um dia.
No fundo, sabes...
... que nunca mais vai ser surpresa.
... que nunca vai voltar a ser igual.
'Amor' à hora marcada?
Com cenário preparado?
No fundo, sabes...
... que a beleza surgiu dos teus braços medindo a minha cintura...
... apenas porque era a primeira vez.
No fundo, sabes....
... que desenhaste a tua música em mim...
... apenas porque ainda estavas a aprender-me.
E, por isso, no fundo, sabes...
... que nunca mais será surpresa.
... nunca mais será igual.
E, por isso, no fundo, sabes...
... que nunca mais será.
Acredito que prefiras lembrar apenas o que foi... um dia.
No fundo, sabes...
... que nunca mais vai ser surpresa.
... que nunca vai voltar a ser igual.
'Amor' à hora marcada?
Com cenário preparado?
No fundo, sabes...
... que a beleza surgiu dos teus braços medindo a minha cintura...
... apenas porque era a primeira vez.
No fundo, sabes....
... que desenhaste a tua música em mim...
... apenas porque ainda estavas a aprender-me.
E, por isso, no fundo, sabes...
... que nunca mais será surpresa.
... nunca mais será igual.
E, por isso, no fundo, sabes...
... que nunca mais será.
24 de novembro de 2008
Não sei...

... o que provocará maior silêncio entre duas mulheres.
Se o facto de uma delas estar deslumbrante.
Se a falta de coragem em dizer-lhe como está pavorosa.
20 de novembro de 2008
Aaahh... o sossego!
Ocorreu-me que as relações são como músicas numa discoteca.
Quando começa uma que adoramos, não conseguimos parar de saltar e dançar.
Mas à medida que a música avança, o entusiasmo vai esmorecendo e vamo-nos cansando até ficarmos na pista apenas a balançar o corpo.
(já para não falar da sucessão de músicas de que não gostamos tanto enquanto esperamos por outra que nos faça partir a loiça toda outra vez...)
Quando começa uma que adoramos, não conseguimos parar de saltar e dançar.
Mas à medida que a música avança, o entusiasmo vai esmorecendo e vamo-nos cansando até ficarmos na pista apenas a balançar o corpo.
(já para não falar da sucessão de músicas de que não gostamos tanto enquanto esperamos por outra que nos faça partir a loiça toda outra vez...)
19 de novembro de 2008
Se calhar...
... já disse isto aqui.
Mas sempre me fez alguma comichão ouvir, por sistema, queixas sobre excesso de trabalho, o facto de se ser sempre sobrecarregado com o trabalho de outros, o pormenor de ter de estar sempre a 'limpar' erros de terceiros ou as reclamações sobre o quanto é subvalorizado o próprio trabalho.
As queixinhas (coisa em que, pessoalmente, acho que ninguém consegue suplantar-me!) soam-me sempre a desculpa esfarrapada para incompetência, desorganização e falta de brio profissional.
Quem tem muito trabalho não se queixa... porque não tem tempo para isso!
Quem é organizado não se queixa... porque o muito trabalho que tem está (muito dificilmente mas está!) em dia.
Quem é competente não se queixa... porque o seu trabalho (mais tarde ou mais cedo) é valorizado.
Quem tem brio profissional não se queixa... porque corrige os erros (mesmo se de terceiros) para que o seu próprio trabalho não os tenha.
E sei, por experiência própria, que me atraso mais nos trabalhos que não domino... não porque tenha 'trabalho a mais' mas devido à minha própria ignorância.
E reconheço que, por vezes, acumulo tarefas... não porque esteja 'sobrecarregada' mas porque me deixo desorganizar por outros factores.
Portanto, irrita-me (um bocadinho) que me digam que são muito bons e muito capazes e que, por isso, sejam sempre os mais requisitados e os mais sacrificados mas simultaneamente (vá-se lá saber porquê!) os menos reconhecidos e recompensados.
Não me gozem!
E olhem que eu até gosto de me queixar...
Mas sempre me fez alguma comichão ouvir, por sistema, queixas sobre excesso de trabalho, o facto de se ser sempre sobrecarregado com o trabalho de outros, o pormenor de ter de estar sempre a 'limpar' erros de terceiros ou as reclamações sobre o quanto é subvalorizado o próprio trabalho.
As queixinhas (coisa em que, pessoalmente, acho que ninguém consegue suplantar-me!) soam-me sempre a desculpa esfarrapada para incompetência, desorganização e falta de brio profissional.
Quem tem muito trabalho não se queixa... porque não tem tempo para isso!
Quem é organizado não se queixa... porque o muito trabalho que tem está (muito dificilmente mas está!) em dia.
Quem é competente não se queixa... porque o seu trabalho (mais tarde ou mais cedo) é valorizado.
Quem tem brio profissional não se queixa... porque corrige os erros (mesmo se de terceiros) para que o seu próprio trabalho não os tenha.
E sei, por experiência própria, que me atraso mais nos trabalhos que não domino... não porque tenha 'trabalho a mais' mas devido à minha própria ignorância.
E reconheço que, por vezes, acumulo tarefas... não porque esteja 'sobrecarregada' mas porque me deixo desorganizar por outros factores.
Portanto, irrita-me (um bocadinho) que me digam que são muito bons e muito capazes e que, por isso, sejam sempre os mais requisitados e os mais sacrificados mas simultaneamente (vá-se lá saber porquê!) os menos reconhecidos e recompensados.
Não me gozem!
E olhem que eu até gosto de me queixar...
18 de novembro de 2008
17 de novembro de 2008
De manhã...
Um dia novinho em folha...
Estrada aberta...
Um cheirinho de "Nobody does it better" na rádio que ficou comigo o dia todo...
Roupa nova (não me canso de agradecer-te... até mesmo quando não me consegues ouvir)...
Good hair day...
Óculos escuros...
O sol a aquecer-me a pele e a alma...
A notícia que me relembra a vitória do SLBenfica...
Desenrugo a testa e esboço um leve sorriso...
Há momentos magníficos que nos mostram que vale a pena andar por cá mais um dia...
Estrada aberta...
Um cheirinho de "Nobody does it better" na rádio que ficou comigo o dia todo...
Roupa nova (não me canso de agradecer-te... até mesmo quando não me consegues ouvir)...
Good hair day...
Óculos escuros...
O sol a aquecer-me a pele e a alma...
A notícia que me relembra a vitória do SLBenfica...
Desenrugo a testa e esboço um leve sorriso...
Há momentos magníficos que nos mostram que vale a pena andar por cá mais um dia...
29 de outubro de 2008
Quero acreditar...
... que a falta de qualidade que por aqui grassa se deve (apenas) à falta de tempo e dedicação.Quero pensar que a sensaboria e monotonia que por aqui se instalou são (só) fruto de uma falta de inspiração passageira.
Quero sonhar que sei e posso.
Quero crer que o bom só depende de mim.
E compreendo aquela que diz que só conseguirá voltar a escrever quando voltar a sentir paixão.
E espero voltar brevemente a não conseguir conter as palavras que já não cabem no meu coração.
Mesmo que sejam tristes.
Mesmo que chorem sal.
Mas que voltem a ter sentido, que voltem a ser sentidas.
E que irrompam em chorrilhos, espelho exacerbado de vida.
28 de outubro de 2008
Posso...
... responder mais tarde?
Posso pensar um pouco na resposta?
Depois dou-te este endereço.
Para que me possas ler na íntegra.
É que assim não me vou esquecer de nada.
E vou ter tempo para me explicar melhor.
Vou conseguir magoar-te, se fizeste por merecê-lo.
E vou usar de ironia, se foste tu que me feriste.
Vou parecer inteligente e sagaz, se tiver tempo para me preparar.
E vou ser directa e fria se, primeiro, deixar a poeira assentar.
E assim não vou chorar o que disse.
E, pior ainda, lamentar o que não me ocorreu dizer.
Porque pude pensar antes de falar.
Mas não deixei de te responder!
Posso pensar um pouco na resposta?
Depois dou-te este endereço.
Para que me possas ler na íntegra.
É que assim não me vou esquecer de nada.
E vou ter tempo para me explicar melhor.
Vou conseguir magoar-te, se fizeste por merecê-lo.
E vou usar de ironia, se foste tu que me feriste.
Vou parecer inteligente e sagaz, se tiver tempo para me preparar.
E vou ser directa e fria se, primeiro, deixar a poeira assentar.
E assim não vou chorar o que disse.
E, pior ainda, lamentar o que não me ocorreu dizer.
Porque pude pensar antes de falar.
Mas não deixei de te responder!
27 de outubro de 2008
Sou crua...
... e mordaz.
Cínica e rude.
O meu primeiro instinto é cruel.
O meu primeiro impulso é feroz.
Não tenho compaixão, nem piedade.
Falta-me uma qualquer costela de humanidade.
Sinto muita ira sem sentido.
Tenho imensa raiva (até de mim!).
Sou animal enjaulado, amachucado.
Ferido, humilhado, acabrunhado.
Sou fera domesticada.
Amordaçada e dominada por mim.
Grito só por dentro.
Mordo as minhas próprias entranhas.
E sangro porque verto e rebento.
E morro porque me afogo em silêncio.
Cínica e rude.
O meu primeiro instinto é cruel.
O meu primeiro impulso é feroz.
Não tenho compaixão, nem piedade.
Falta-me uma qualquer costela de humanidade.
Sinto muita ira sem sentido.
Tenho imensa raiva (até de mim!).
Sou animal enjaulado, amachucado.
Ferido, humilhado, acabrunhado.
Sou fera domesticada.
Amordaçada e dominada por mim.
Grito só por dentro.
Mordo as minhas próprias entranhas.
E sangro porque verto e rebento.
E morro porque me afogo em silêncio.
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