2 de janeiro de 2008

Coisa linda! (obrigada, OT)

"Se eu voar sem saber onde vou
Se eu andar sem conhecer quem sou
Se eu falar e a voz soar com a manhã
Eu Sei...

Se eu beber dessa luz que apaga
A noite em mim
E se um dia eu disser
Que já não quero estar aqui
Só Deus sabe o que virá
Só Deus sabe o que será
Não há outro que conhece
Tudo o que acontece em mim

Se a tristeza é mais profunda que a dor
Se este dia já não tem sabor
E no pensar que tudo isto já pensei
Eu sei...

Se eu beber dessa luz que apaga
A noite em mim
E se um dia eu disser
Que já não quero estar aqui
Só Deus sabe o que virá
Só Deus sabe o que será
Não há outro que conhece
Tudo o que acontece em mim

Se eu beber dessa luz que apaga
A noite em mim
E se um dia eu disser
Que já não quero estar aqui
Na incerteza de saber
O que fazer, o que querer
Mesmo sem nunca pensar
Que um dia o vá expressar
Não há outro que conhece
Tudo o que acontece em mim!"

21 de dezembro de 2007

Feliz...

... Comemoração do Nascimento de Jesus!!

(Obrigada pela idéia ;))

E até para o ano...

20 de dezembro de 2007

Flutuo...


... com facilidade (ainda que possa parecer o contrário).

Prendo-me à terra mas, se me fazes rir, flutuo.
Agarro-me a mim mas, se me lês nas entrelinhas, flutuo.

Calço-me de cimento e chumbo mas, se me queres, flutuo.
Fecho-me fria e sisuda mas, se me tomas, flutuo.

E se, entre passos, a distância que percorro é cada vez maior é porque entre eles...
... vôo.

19 de dezembro de 2007

Os homens...

... são uns românticos.
Cada vez mais me convenço.

Olham-nos com um filtro colorido e bonito.
Imaginam-nos perfeitas.
Tornam-se cegos a defeitos.
Ficam surdos a contrariedades.

Mesmo quando os vêem e as percebem... ignoram-nos.
Tudo em nome do sentir... sem pensar.
Tudo em nome do viver... sem parar.

Talvez os usem (filtro e romantismo) para justificar meios e fins.
Ou talvez sejam (ou tentem ser) apenas crédulos e felizes.

Mas não há meio termo para eles.

Ou nos amam ou nos querem...
... para sempre ou por instantes...
... mas sempre com a mesma intensidade.

Sempre cegos... sempre arrebatados... sempre livres.

18 de dezembro de 2007

"Desculpa!"...

... disse-me ele, em tempos.
Como se (não) gostar de mim dependesse dele ou da sua vontade.

Conceito singular.
Eu nunca senti culpa por (não) sentir.

"Saudades, saudades, saudades", diz-me agora.
Com desplante.
Sem (des)culpa.

17 de dezembro de 2007

Fizeste-me chorar...

... e a minha voz, embargada, recusou-se a sair.

Queria dizer-te que estou bem.
Que as minhas lágrimas eram de gratidão e carinho.

Mas continuavas a despir-me com o tanto que conheces de mim.
Com a ternura eterna e inabalável que sempre me dedicaste.

E dei por mim pequena e frágil.
Tamanho exacto para o colo que me oferecias.

Não há tempo, nem distância que te afaste.
E não há vida, nem saudade que consiga levar-te de mim.

Obrigada!

14 de dezembro de 2007

Tinhas razão!

O meu blog tem mau karma.

Atrai quem não devia.
Afasta quem eu queria que ficasse.

Conquista quem anda perdido.
Assusta quem sabe que se encontrou.

Perturba pela semelhança.
Conforta pela diferença.

Mas agora... deixaste-me a pensar.

Calo-me ou insisto?
Paro ou persisto?

13 de dezembro de 2007

Tive ganas...

... de lhe falar.
De me sentar à sua frente... poder olhá-lo nos olhos.

Naquele momento, percebi que tinha sentido a sua falta.

Mesmo sabendo que, assim, nunca serei verdadeiramente sua.
Que, desta forma, torna-se fácil negar-lhe mais... vedar-lhe tudo.

Assim mesmo, queria senti-lo perto, palpável.
E cedi... disse-lhe 'Sim'.

Mas, então, ele respondeu...
... 'Não'.

12 de dezembro de 2007

A Madrinha

À falta de inspiração, junta-se um cansaço pesado e maciço.

Defendo-me de ralhetes, ensaboadelas, lições de vida... declarações de (e com) boas intenções.
Perdoo-lhes... aliás, agradeço-lhes.
Desejam apenas a minha 'felicidade'.

O que não sabem é que percebi, entretanto, a razão pela qual estou neste mundo.

Eu sou "A Madrinha"!
(à terceira, tornou-se óbvio)

Eu sou a mulher que os prepara para a relação perfeita que se avizinha.
Depois de mim, tudo se encaixa... everything falls into place.

Quando acordam do pesadelo chamado Teresa, lágrimas de alegria são derramadas, momentos que já não se lembravam que existiam voltam a acontecer, amores para a vida são encontrados.

E tudo partilham comigo... extáticos.

Portanto, não me condenem.

Afinal... existo apenas para que possam dar o valor certo à Felicidade.

11 de dezembro de 2007

Dizia-me...

"Para não perderes ou saires derrotada, tu desistes antes da corrida começar.
E eu digo que não sentes porque não lutas.
Desistir é demasiado fácil.
Luta por ti!"


Então, dei-lhe o exemplo mais recente que tinha vivido...

Alguém me propôs casamento, família, filhos e, perante a minha recusa, surgiu com um novo relacionamento uma semana depois.

E perguntei-lhe...

O que é para ti não desistir? O que entendes por lutar?

Casar porque o relógio biológico nos ensurdece, porque a vida só faz sentido a dois... mesmo quando 1+1 não perfaz um par?

Iniciar rapidamente um novo relacionamento porque a vida é para ser vivida e não chorada... mesmo que tal possa revelar-se injusto para os envolvidos?

Ou não casar e não ceder, permanecermos sozinhos porque queremos mais... procuramos o Sonho... merecemos o Mundo?

E dentre estas hipóteses... qual pensas ser a mais 'fácil'?