O meu blog tem mau karma.
Atrai quem não devia.
Afasta quem eu queria que ficasse.
Conquista quem anda perdido.
Assusta quem sabe que se encontrou.
Perturba pela semelhança.
Conforta pela diferença.
Mas agora... deixaste-me a pensar.
Calo-me ou insisto?
Paro ou persisto?
14 de dezembro de 2007
13 de dezembro de 2007
Tive ganas...
... de lhe falar.
De me sentar à sua frente... poder olhá-lo nos olhos.
Naquele momento, percebi que tinha sentido a sua falta.
Mesmo sabendo que, assim, nunca serei verdadeiramente sua.
Que, desta forma, torna-se fácil negar-lhe mais... vedar-lhe tudo.
Assim mesmo, queria senti-lo perto, palpável.
E cedi... disse-lhe 'Sim'.
Mas, então, ele respondeu...
... 'Não'.
De me sentar à sua frente... poder olhá-lo nos olhos.
Naquele momento, percebi que tinha sentido a sua falta.
Mesmo sabendo que, assim, nunca serei verdadeiramente sua.
Que, desta forma, torna-se fácil negar-lhe mais... vedar-lhe tudo.
Assim mesmo, queria senti-lo perto, palpável.
E cedi... disse-lhe 'Sim'.
Mas, então, ele respondeu...
... 'Não'.
12 de dezembro de 2007
A Madrinha
À falta de inspiração, junta-se um cansaço pesado e maciço.
Defendo-me de ralhetes, ensaboadelas, lições de vida... declarações de (e com) boas intenções.
Perdoo-lhes... aliás, agradeço-lhes.
Desejam apenas a minha 'felicidade'.
O que não sabem é que percebi, entretanto, a razão pela qual estou neste mundo.
Eu sou "A Madrinha"!
(à terceira, tornou-se óbvio)
Eu sou a mulher que os prepara para a relação perfeita que se avizinha.
Depois de mim, tudo se encaixa... everything falls into place.
Quando acordam do pesadelo chamado Teresa, lágrimas de alegria são derramadas, momentos que já não se lembravam que existiam voltam a acontecer, amores para a vida são encontrados.
E tudo partilham comigo... extáticos.
Portanto, não me condenem.
Afinal... existo apenas para que possam dar o valor certo à Felicidade.
Defendo-me de ralhetes, ensaboadelas, lições de vida... declarações de (e com) boas intenções.
Perdoo-lhes... aliás, agradeço-lhes.
Desejam apenas a minha 'felicidade'.
O que não sabem é que percebi, entretanto, a razão pela qual estou neste mundo.
Eu sou "A Madrinha"!
(à terceira, tornou-se óbvio)
Eu sou a mulher que os prepara para a relação perfeita que se avizinha.
Depois de mim, tudo se encaixa... everything falls into place.
E tudo partilham comigo... extáticos.
Portanto, não me condenem.
Afinal... existo apenas para que possam dar o valor certo à Felicidade.
11 de dezembro de 2007
Dizia-me...
"Para não perderes ou saires derrotada, tu desistes antes da corrida começar.
E eu digo que não sentes porque não lutas.
Desistir é demasiado fácil.
Luta por ti!"
Então, dei-lhe o exemplo mais recente que tinha vivido...
Alguém me propôs casamento, família, filhos e, perante a minha recusa, surgiu com um novo relacionamento uma semana depois.
E perguntei-lhe...
O que é para ti não desistir? O que entendes por lutar?
Casar porque o relógio biológico nos ensurdece, porque a vida só faz sentido a dois... mesmo quando 1+1 não perfaz um par?
Iniciar rapidamente um novo relacionamento porque a vida é para ser vivida e não chorada... mesmo que tal possa revelar-se injusto para os envolvidos?
Ou não casar e não ceder, permanecermos sozinhos porque queremos mais... procuramos o Sonho... merecemos o Mundo?
E dentre estas hipóteses... qual pensas ser a mais 'fácil'?
E eu digo que não sentes porque não lutas.
Desistir é demasiado fácil.
Luta por ti!"
Então, dei-lhe o exemplo mais recente que tinha vivido...
Alguém me propôs casamento, família, filhos e, perante a minha recusa, surgiu com um novo relacionamento uma semana depois.
E perguntei-lhe...
O que é para ti não desistir? O que entendes por lutar?
Casar porque o relógio biológico nos ensurdece, porque a vida só faz sentido a dois... mesmo quando 1+1 não perfaz um par?
Iniciar rapidamente um novo relacionamento porque a vida é para ser vivida e não chorada... mesmo que tal possa revelar-se injusto para os envolvidos?
Ou não casar e não ceder, permanecermos sozinhos porque queremos mais... procuramos o Sonho... merecemos o Mundo?
E dentre estas hipóteses... qual pensas ser a mais 'fácil'?
10 de dezembro de 2007
A falta...
... de entusiasmo é desarmante.
Faz-me pensar se sequei, se me esgotei.
Pedalo sem sair do lugar mas vejo-me a muitas milhas de mim... distante dos sonhos, das promessas, das ilusões que, um dia, acarinhei... mas estanque, parada, inerte.
Pergunto-me... como consegui chegar até aqui, afinal?
Tudo é igual, agora... cinzento... escuro.
Tudo é monótono, repetitivo... monocórdico.
Sim, já sei... tu és diferente.
Tu vais mostrar-me todas as cores de que é feito o teu mundo.
Tu vais provar-me que sou igual, bastante, melhor!
Tu vais conseguir fazer-me voar...
Perdoas-me por não acreditar?
Faz-me pensar se sequei, se me esgotei.
Pedalo sem sair do lugar mas vejo-me a muitas milhas de mim... distante dos sonhos, das promessas, das ilusões que, um dia, acarinhei... mas estanque, parada, inerte.
Pergunto-me... como consegui chegar até aqui, afinal?
Tudo é igual, agora... cinzento... escuro.
Tudo é monótono, repetitivo... monocórdico.
Sim, já sei... tu és diferente.
Tu vais mostrar-me todas as cores de que é feito o teu mundo.
Tu vais provar-me que sou igual, bastante, melhor!
Tu vais conseguir fazer-me voar...
Perdoas-me por não acreditar?
7 de dezembro de 2007
Apanhaste-me...
... num mau dia, talvez.
Num mau mês, num mau ano... numa vida toda de mau feitio.
Mas talvez eu reagisse sempre da mesma forma... ainda que pudesse ser um bocadinho mais hábil em escondê-lo.
O que é facto é que o teu discurso me impacientou.
Desde quando a vida é justa?
A vida é apenas vida.
E quem merece a solidão, os desencontros, os amores não correspondidos, a esterilidade, a traição, a morte de entes queridos, a saudade de quem está longe ou a ausência de quem está perto?
Ninguém!
Isso apenas acontece... porque é a vida.
E eu que, em outras alturas, já dei o ombro a lágrimas de quem viveu tudo isto, impacientei-me.
De que te queixas tu, afinal??
De um amor profundo e intenso que tem um desafio a superar?
De uma perfeição quase absoluta que tem de mostrar resistência a uma adversidade?
Isso não é desespero, é bênção!
E não devia suscitar lágrimas mas gratidão.
Desculpa... mas apanhaste-me num mau dia.
Num mau mês, num mau ano... numa vida toda de mau feitio.
Mas talvez eu reagisse sempre da mesma forma... ainda que pudesse ser um bocadinho mais hábil em escondê-lo.
O que é facto é que o teu discurso me impacientou.
Desde quando a vida é justa?
A vida é apenas vida.
E quem merece a solidão, os desencontros, os amores não correspondidos, a esterilidade, a traição, a morte de entes queridos, a saudade de quem está longe ou a ausência de quem está perto?
Ninguém!
Isso apenas acontece... porque é a vida.
E eu que, em outras alturas, já dei o ombro a lágrimas de quem viveu tudo isto, impacientei-me.
De que te queixas tu, afinal??
De um amor profundo e intenso que tem um desafio a superar?
De uma perfeição quase absoluta que tem de mostrar resistência a uma adversidade?
Isso não é desespero, é bênção!
E não devia suscitar lágrimas mas gratidão.
Desculpa... mas apanhaste-me num mau dia.
6 de dezembro de 2007
Bed and Breakfast
Às vezes, quase consigo perceber a traição.
É que eu gosto das minhas torradas mas nada se compara às que como fora de casa...
É que eu gosto das minhas torradas mas nada se compara às que como fora de casa...
5 de dezembro de 2007
Nunca gostei...
... da expressão "Amo-te à minha maneira".
Sempre me deu a sensação de que é uma desculpa por não (conseguir) amar (mais)...
Sempre me deu a sensação de que é uma desculpa por não (conseguir) amar (mais)...
4 de dezembro de 2007
Respiro fundo...
... estou só.
Afastei-vos... um por um.
Olho à volta e suspiro.
Fui eu que quis assim.
A ausência entristece-me.
A distância angustia-me.
Mas não há remorso ou pesar.
Não é a vossa falta que sinto...

Afastei-vos... um por um.
Olho à volta e suspiro.
Fui eu que quis assim.
A ausência entristece-me.
A distância angustia-me.
Mas não há remorso ou pesar.
Não é a vossa falta que sinto...
3 de dezembro de 2007
Este fim de semana...
... um amigo enviou-me a seguinte mensagem:
"Olá :) não sei se já dormes mas gostava de saber se tas interessada em provar a minha piza..."
Assim, literalmente.
E a minha mente 'inclinada' perdeu-se de riso.
É que o convite era mesmo (e só) para comer pizza.
Ai, Teresa, Teresa...
"Olá :) não sei se já dormes mas gostava de saber se tas interessada em provar a minha piza..."
Assim, literalmente.
E a minha mente 'inclinada' perdeu-se de riso.
É que o convite era mesmo (e só) para comer pizza.
Ai, Teresa, Teresa...
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