Não sou grande adepta de repetições e reposições.
E são realmente raros os filmes que faço questão de rever.
Começo imediatamente a reconhecer os enleios e a sedução da trama, os tiques e os trejeitos das personagens.
Mas, fundamentalmente, começo a lembrar-me de como a história termina... o que rouba, sem apelo, nem agravo, toda a graça e suspense da coisa.
Resta-me, então, fazer fast-forward sobre as partes chatas e já esperadas... ou, pura e simplesmente, abandonar o cinema.
13 de agosto de 2007
Desafio
Sei que tardei... mas não falhei!
Até porque o prometido é devido. :)
Dirigi-me à Bertrand e 'tropecei' neste livro logo à entrada:
"Tropeçar na FELICIDADE" de Daniel Gilbert
Eis o que diz a 5ª frase da sua página 161:

O desafio veio daqui mas fica no ar para quem o quiser apanhar. :)
Até porque o prometido é devido. :)
Dirigi-me à Bertrand e 'tropecei' neste livro logo à entrada:
"Tropeçar na FELICIDADE" de Daniel Gilbert
Eis o que diz a 5ª frase da sua página 161:
"Compreendemos isto e assim nunca ficamos confusos e nunca concluímos erradamente que a grande ave de pescoço comprido que vemos realmente é, de facto, o pinguim que tentamos imaginar."

O desafio veio daqui mas fica no ar para quem o quiser apanhar. :)
10 de agosto de 2007
Admito...
... que tenho (no mínimo!) uma visão redutora sobre os homens, em geral.
Acredito que qualquer 'gaja boa' lhes desperta naturalmente sentidos e imaginação (sendo que, às vezes, 'boa' nem sequer é requisito obrigatório).
Acredito que 'a oportunidade faz o ladrão' e que só não concretizam as consequentes fantasias se tal não lhes for viabilizado.
Desconfio que a sua incapacidade em estarem sozinhos os leva a encontrarem rapidamente quem lhes alimente o ego e lhes sirva de repositório de sonhos e sémen.
Estou a exagerar... não estou?
Talvez conheça demasiados 'maus exemplos'.
Talvez atraia 'más reses' como outras pessoas parecem ímanes de gente doida.
Talvez seja eu a 'má rês' que incentiva sistematicamente 'maus comportamentos'.
Talvez exija tanto de um homem que se lhe torne logicamente impossível estar à altura das minhas expectativas.
Qualquer que seja o motivo, fico invariavelmente surpreendida com o romantismo num homem.
Mais ainda, considero um verdadeiro milagre, a fidelidade e dedicação que alguns conseguem oferecer a uma única mulher.
Chega mesmo a parecer-me contranatura, uma tentativa vã de combater o seu ancestral instinto predatório.
E desconfio, questiono, suspeito, conjecturo.
Simplesmente, não acredito.
O mais curioso é que nunca nenhum homem me desiludiu.
Apenas nenhum me conseguiu provar cabalmente que estou errada...
Acredito que qualquer 'gaja boa' lhes desperta naturalmente sentidos e imaginação (sendo que, às vezes, 'boa' nem sequer é requisito obrigatório).
Acredito que 'a oportunidade faz o ladrão' e que só não concretizam as consequentes fantasias se tal não lhes for viabilizado.
Desconfio que a sua incapacidade em estarem sozinhos os leva a encontrarem rapidamente quem lhes alimente o ego e lhes sirva de repositório de sonhos e sémen.
Estou a exagerar... não estou?
Talvez conheça demasiados 'maus exemplos'.
Talvez atraia 'más reses' como outras pessoas parecem ímanes de gente doida.
Talvez seja eu a 'má rês' que incentiva sistematicamente 'maus comportamentos'.
Talvez exija tanto de um homem que se lhe torne logicamente impossível estar à altura das minhas expectativas.
Qualquer que seja o motivo, fico invariavelmente surpreendida com o romantismo num homem.
Mais ainda, considero um verdadeiro milagre, a fidelidade e dedicação que alguns conseguem oferecer a uma única mulher.
Chega mesmo a parecer-me contranatura, uma tentativa vã de combater o seu ancestral instinto predatório.
E desconfio, questiono, suspeito, conjecturo.
Simplesmente, não acredito.
O mais curioso é que nunca nenhum homem me desiludiu.
Apenas nenhum me conseguiu provar cabalmente que estou errada...
9 de agosto de 2007
Tantos...
... mal entendidos!
Descubro-os, quase todos, tarde demais.
Sem tempo de os desfazer.
Sem chance de os corrigir.
Se sorrio, pensam que quero.
Se me afasto, dizem que fujo.
Se aceito, acham suficiente.
Se compreendo, querem mais.
Começo a abominar a palavra!
Não a que vos deixo, a que me acalma.
Mas a que não chega, a que é escassa.
Agora só quero ler olhos e mãos.
Só entender corpos e bocas.
Só perceber cheiros e sons.
Só ler gestos e silêncios.
Descubro-os, quase todos, tarde demais.
Sem tempo de os desfazer.
Sem chance de os corrigir.
Se sorrio, pensam que quero.
Se me afasto, dizem que fujo.
Se aceito, acham suficiente.
Se compreendo, querem mais.
Começo a abominar a palavra!
Não a que vos deixo, a que me acalma.
Mas a que não chega, a que é escassa.
Agora só quero ler olhos e mãos.
Só entender corpos e bocas.
Só perceber cheiros e sons.
Só ler gestos e silêncios.
8 de agosto de 2007
Não sou competitiva... nunca fui.
Fujo à luta, finjo que não me importo.
Cedo créditos, entrego armas.
Rendo-me em antecipação.
Talvez preveja derrotas.
Talvez adivinhe desfechos.
Talvez vaticine lágrimas.
Talvez pressinta sofrimento.
O que é certo é que parto, me afasto.
Desisto.
Sim, compreendo as tuas reservas.
Não as esperava mas aceito-as.
A competição pode assustar.
E a luta, intimidar.
Mesmo quando existe apenas na nossa imaginação...
Fujo à luta, finjo que não me importo.
Cedo créditos, entrego armas.
Rendo-me em antecipação.
Talvez preveja derrotas.
Talvez adivinhe desfechos.
Talvez vaticine lágrimas.
Talvez pressinta sofrimento.
O que é certo é que parto, me afasto.
Desisto.
Sim, compreendo as tuas reservas.
Não as esperava mas aceito-as.
A competição pode assustar.
E a luta, intimidar.
Mesmo quando existe apenas na nossa imaginação...
7 de agosto de 2007
Pensando bem...
... verifico que me sinto atraída quase sempre pelo mesmo tipo de homem.
A saber:
- atlético (sinónimo de 'em forma', 'que pratica um desporto')
- claro (geralmente louros ou com pele e/ou olhos claros)
- divertido (conquistam-me facilmente quando me fazem rir... onde é que eu li isto recentemente? ;))
Será assim tão simples?
Peço assim tão pouco?
Pelos motivos acima descritos, estou perfeitamente convicta, no entanto, que o Amor da Minha Vida é moreno, franzinito e profundamente entediante!!
A saber:
- atlético (sinónimo de 'em forma', 'que pratica um desporto')
- claro (geralmente louros ou com pele e/ou olhos claros)
- divertido (conquistam-me facilmente quando me fazem rir... onde é que eu li isto recentemente? ;))
Será assim tão simples?
Peço assim tão pouco?
Pelos motivos acima descritos, estou perfeitamente convicta, no entanto, que o Amor da Minha Vida é moreno, franzinito e profundamente entediante!!

(tentei fugir à escolha óbvia do loiro mais sexy do planeta...)
6 de agosto de 2007
Eu?!?

"Tu é que queres só sexo!"
Fiquei estupefacta.
Bem sei que brincava.
Mas e se, no fundo, acreditava no que dizia??
Até porque, pensando bem, já não era a primeira vez que mo dizia.
Será essa a ideia que passa?!
Será essa a imagem que fica?!
É que nesta vontade que me leiam sem nada dizer acabo por deixar que se enganem com tanto (ou sem nada?) a perder.
Sim, quero sexo, claro que quero sexo!
Sexo bom, sexo puro, sexo duro.
Sexo carne, sexo sangue.
Sexo guerra, sexo paz.
Sexo cão, sexo são.
Mas mesmo muito disso, quando é 'só' isso, é pouco demais.
E não pensei que fosse preciso dizê-lo.
3 de agosto de 2007
Estranho é...

... identificar-me tanto com alguém que (ainda) não conheci.
... ver (d)escritas por ele as ideias que pensei.
... sentir atracção por quem apenas imaginei.
... acreditar que poderia mergulhar nos olhos de quem nunca vi.
... ver (d)escritas por ele as ideias que pensei.
... sentir atracção por quem apenas imaginei.
... acreditar que poderia mergulhar nos olhos de quem nunca vi.
2 de agosto de 2007
Good answer!
Diálogo das "Donas de Casa Desesperadas"
Ao tentar fazer um arranjinho tipo 'blind date' para uma amiga, a Susan confirma a disponibilidade da mesma e recebe a seguinte resposta:
"Sim, estou entre desilusões..."

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