Apercebi-me de que o post anterior se poderia aplicar a três momentos diferentes da minha vida.
Três pessoas diferentes.
Três circunstâncias díspares.
Três situações completamente diversas.
Compreendi, então, o único ponto em comum... eu!
Acho que acabei de responder à questão que me coloquei ali em baixo.
16 de novembro de 2006
15 de novembro de 2006
"Mudasti"
Eu sabia que ia acontecer.
Já não era a primeira vez.
Mas incomodava-me a sensação de não fazer, não falar.
Fugir, então, incomodar-me-ia para sempre.
E assim, permiti... aliás, procurei, quis!
Mas tudo muda a seguir.
Tudo fica diferente.
A intimidade, curiosamente, diminui.
Já não falamos como antes.
As brincadeiras cessaram.
E agora, a única questão que me coloco é...
... foste tu que mudaste?
... ou fui eu?
Já não era a primeira vez.
Mas incomodava-me a sensação de não fazer, não falar.
Fugir, então, incomodar-me-ia para sempre.
E assim, permiti... aliás, procurei, quis!
Mas tudo muda a seguir.
Tudo fica diferente.
A intimidade, curiosamente, diminui.
Já não falamos como antes.
As brincadeiras cessaram.
E agora, a única questão que me coloco é...
... foste tu que mudaste?
... ou fui eu?
14 de novembro de 2006
13 de novembro de 2006
O que será pior?
Olhar à volta e não ter ninguém?
Ou olhar à volta e não ver ninguém que eu queira ter?

Ou olhar à volta e não ver ninguém que eu queira ter?

10 de novembro de 2006
9 de novembro de 2006
Quase...
... 35 anos!!
Sim, confirma-se... o BI é como o algodão, não engana!
Porque, então, não me sinto adulta?
Porque continuo a ver-me como uma miúda de 20 e poucos?
E porque permito que os outros continuem a tratar-me como tal??
Com esta idade já devia estar casada (ou divorciada), ser mãe de família.
Aos 35 devia chefiar uma equipa, ganhar o dobro.
A caminho dos 40 devia guiar um carro de empresa ou um que me tivesse custado, pelo menos, 40000 euros.
34 going on 35 devia estar a estourar o cartão de crédito do marido em roupa e tratamentos de beleza.
Em vez disso...
Mantenho a ausência de deveres e obrigações que tinha aos 25.
Conservo em banho-maria as metas e os objectivos.
Guardo no coração as mesmas esperanças e sonhos.
E não envelheci um dia...
Sim, confirma-se... o BI é como o algodão, não engana!
Porque, então, não me sinto adulta?
Porque continuo a ver-me como uma miúda de 20 e poucos?
E porque permito que os outros continuem a tratar-me como tal??
Com esta idade já devia estar casada (ou divorciada), ser mãe de família.
Aos 35 devia chefiar uma equipa, ganhar o dobro.
A caminho dos 40 devia guiar um carro de empresa ou um que me tivesse custado, pelo menos, 40000 euros.
34 going on 35 devia estar a estourar o cartão de crédito do marido em roupa e tratamentos de beleza.
Em vez disso...
Mantenho a ausência de deveres e obrigações que tinha aos 25.
Conservo em banho-maria as metas e os objectivos.
Guardo no coração as mesmas esperanças e sonhos.
E não envelheci um dia...

8 de novembro de 2006
O fim das coisas
Conheço a moral dessa história.
A espera idílica do príncipe perfeito.
A espera que (re)compensa.
O fim que tudo apaga, tudo justifica.
Também defendo que o que tem de ser, será.
Que a vida dá muitas voltas.
E que as coisas acontecem quando menos se espera.
Parece-me, no entanto, que já chega de clichés.
Vivemos as aventuras que buscamos.
Arrependemo-nos das que desprezamos.
Suportamos quando nos arrependemos.
O remorso quase sempre o calamos.
Mas o desfecho somos sempre nós que o desenhamos.
A espera idílica do príncipe perfeito.
A espera que (re)compensa.
O fim que tudo apaga, tudo justifica.
Também defendo que o que tem de ser, será.
Que a vida dá muitas voltas.
E que as coisas acontecem quando menos se espera.
Parece-me, no entanto, que já chega de clichés.
Vivemos as aventuras que buscamos.
Arrependemo-nos das que desprezamos.
Suportamos quando nos arrependemos.
O remorso quase sempre o calamos.
Mas o desfecho somos sempre nós que o desenhamos.
7 de novembro de 2006
Good girls
Digam-me a recompensa.Esclareçam-me a vantagem de ser sincera, dedicada, leal.
Expliquem-me o que se ganha com simplicidade, candura, humildade.
Justifiquem-me a rectidão, a integridade, o equilíbrio.
Não me vendam 'paz de alma' ou 'consciência tranquila'.
Vejo vidas fáceis, espertezas saloias com resultados.
Observo esquemas bem sucedidos, sucessões de enganos sem castigos.
Mentiras impunes... vidas podres com finais felizes.
"Good girls go to heaven, bad girls go... everywhere!"
Right?
Há poucas frases nesta vida com tanto fundo de verdade...
6 de novembro de 2006
Não sei...
Não sei porque sou mais desejada quando não quero.
Não sei porque sou desprezada quando desejo.
Não sei porque corre um homem atrás do que lhe foge.
Não sei porque não abraça um homem aquilo que se lhe entrega.
Não sei porque sou desprezada quando desejo.
Não sei porque corre um homem atrás do que lhe foge.
Não sei porque não abraça um homem aquilo que se lhe entrega.
3 de novembro de 2006
...
Sim, eu sei que às vezes só apetece fugir.
Pegar na trouxinha e migrar.
Esperamos que nos esqueçam.
Rezamos para que sintam a nossa falta.
Mas queremos distância.
Precisamos da sensação de começar de novo.
Acredita no que te digo.
Fugir nunca foi solução.
Encontrarás apenas as mesmas coisas com outros nomes em outros lugares...
Mas acabam por ser sempre e apenas as mesmas coisas.
Porque tu serás sempre o mesmo!
Pegar na trouxinha e migrar.
Esperamos que nos esqueçam.
Rezamos para que sintam a nossa falta.
Mas queremos distância.
Precisamos da sensação de começar de novo.
Acredita no que te digo.
Fugir nunca foi solução.
Encontrarás apenas as mesmas coisas com outros nomes em outros lugares...
Mas acabam por ser sempre e apenas as mesmas coisas.
Porque tu serás sempre o mesmo!
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